Para erguer a exposição, Montagne percorreu muitas Amazônias e esteve em territórios ancestrais, entre eles Mairi (Belém), Ilha do Marajó (Soure), Carajás (Marabá, Serra Pelada, Parauapebas, Canaã dos Carajás) e Tapajós (Santarém, Alter do Chão). Destas incursões, o artista traz o recorte de pessoas LGBTQ+ indígenas, mestiças, ribeirinhas e caboclas que conheceu em cada uma de suas paradas.

Deixe um comentário