Segundo Luiz Otávio Macedo, coordenador regional da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), mesmo com perdas naturais previstas, o impacto é altamente positivo. “Consideramos uma margem de perda de até 10%, mas ainda assim a produtividade é expressiva. O quilo do pescado hoje custa, em média, R$ 22, e a tendência é que esse valor suba no próximo ano, o que aumenta a rentabilidade para os produtores”, explica.

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