É importante frisar que naquela época não existia embarcação motorizada. Deste modo, no segundo domingo do mês de julho, a imagem de Sant’Ana saiu em procissão fluvial. Ela ia em um Igarité de madeira, sendo um batelão, ornada de flores taseizeiras, seguindo em direção à cidade e acompanhada por diversas canoas. Assim que chegou, foi recepcionada com queima de fogos e balões. Depois, a imagem seguiu em procissão até a igreja para a missa festiva.

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