Em “Lá, seremos felizes”, em vez dos costumeiros estereótipos criados por viajantes, aventureiros, naturalistas e exploradores, Sena desnuda uma Amazônia, ainda que “selvagem”, íntegra, autêntica e humana, contada e cantada pelas vozes de seus habitantes mais representativos, em tudo diferente da Amazônia exótica e fantasmagórica criada por forasteiros, que atrai a cobiça de uns e apavora a mente de muitos.

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