Segundo a fisioterapeuta Sara Tapajós, o processo de reabilitação é criterioso e individualizado. “Após a amputação, o paciente precisa esperar a cicatrização completa do coto. Depois, passa por avaliação médica ou fisioterapêutica na Unidade Básica de Saúde e é encaminhado para nossa oficina. Aqui, analisamos se o paciente está apto a receber o dispositivo e iniciamos o treino de marcha”, explicou.

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