Para Jaime Teles, essa abordagem educacional busca integrar a teoria e a prática, dentro da linha de educação do campo, das águas e das florestas, alternando períodos de estudo em sala de aula com períodos de trabalho ou atividades práticas e respeitando os conhecimentos extrativistas, culturais e ancestrais da comunidade, dentre outros. Valoriza, também, a identidade e a cultura quilombola, preparando os estudantes para serem agentes de mudança e desenvolvimento em suas comunidades.

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