Atualmente, o projeto financia ações em 40 Terras Indígenas (TIs), 12 Unidades de Conservação, nove territórios quilombolas, um assentamento agroextrativista e um território urbano, nos Estados do Amazonas, Amapá, Pará, Mato Grosso, Rondônia, Acre e Tocantins.

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