“Nós estávamos já finalizando os atendimentos após um dia exaustivo de trabalho, quando recebemos uma pessoa queimada, com uma explosão de material nas mãos e destruição bastante importantes. Queimaduras de 2º e 3º graus nas mãos, e nós pudemos fazer um atendimento de emergência em uma sala de aula. Os alunos de medicina ajudaram no atendimento, e fizemos o melhor possível até a transferência dele para o hospital. É uma notícia ruim, mas por outro, nós estávamos no lugar certo, na hora certa”, disse o médico Eufânio Saqueti, coordenador do Projeto Humanika.

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