“No aspecto da bioeconomia, é possível auxiliar no desenvolvimento dessas espécies a partir de marcadores genéticos que permitem criar cultivares mais resistentes a pragas e mudanças climáticas, por exemplo. Ou ainda, no extrativismo, ajuda a saber o quanto se pode tirar da natureza sem diminuir a sua diversidade, nem comprometer a reprodução e a conservação daquelas espécies”, exemplifica Guilherme Oliveira.

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