“A mensagem dos povos originários é bem perceptiva, sobre a necessidade da preservação da casa que habitamos e a necessidade de coexistência entre a biodiversidade, tudo deve ser em equilíbrio e as forças ancestrais fazem a salvaguarda desse equilíbrio, na narrativa apresentada na exposição, nós fazemos uma reflexão na morte do boto, animal que é protegido pelos Encantados, e que é trazido à vida, e aqui se buscando um olhar não literal ao que é apresentado, você tem, claramente, essa forte mensagem de preservação do meio ambiente, do ecossistema e da vida ancestral, num momento principalmente, onde vivemos os preparativos para a COP30, e o mundo se volta para o Brasil”, ressaltou o artista.

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