“São equipamentos que vão monitorar as emissões de queimadas da região, ou seja, os aerossóis que estão na fumaça, como fuligem, poeira, além de todos os tipos de gases do efeito estufa, que provocam o aquecimento global. Por isso, o projeto tem a ver com a temática de mudanças climáticas. Tudo vai ser monitorado, medido, por instrumentos que vão ficar no chão, em drones, avião e em satélites que vão estar a vários quilômetros de altura”, explicou o coordenador local do projeto, Júlio Tota, professor da Ufopa.

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