Ele alerta que um dos maiores desafios do ofício está justamente no ataque à ciência histórica, por meio de revisionismos e narrativas distorcidas. “Não há uma História única e definitiva. Existem histórias, no plural, versões construídas a partir das fontes que temos. Cada documento é um fragmento de um grande espelho, impossível de recompor em sua totalidade”, afirmou.

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