“Nós que fazemos parte do setor de captação tanto da Fundação Hemopa quanto da Hemorede nacional, todos os hemocentros têm essa dificuldade. Então, quando nós temos um doador que dá o exemplo da doação, que é estender o braço e ajudar a salvar vidas, isso emociona a gente que está diariamente pedindo, solicitando a população, doação de sangue não se compra, não se vende, e até hoje a ciência não descobriu outro produto que substitua o sangue para salvar vidas”, pontuou Rejane.

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