Segundo Gerson Júnior, também diretor do festival, a proposta para 2025 é ampliar ainda mais a diversidade do line-up. “Queremos trazer artistas de diferentes países amazônicos, reforçando essa rede cultural que atravessa fronteiras. Em 2024 a gente recebeu o sinal, e em 2025, vamos enviar de volta. Como uma corrente viva de som e memória”, completa.

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