“Ele tinha o sonho de ser caminhoneiro, porque o vizinho tinha um caminhãozinho e ele queria ser caminhoneiro. E no final, a irmã mais velha casou com um empresário de Londrina, e esse empresário, sócio de uma empresa de táxi aéreo, convidou Flávio para morar com ele, para bancar os estudos dele. Então, o cunhado convidou, tirou ele da roça e colocou ele lá na oficina, mas meu pai trabalhava de limpador de avião, limpador de pátio, começou com os mecânicos. Então ele bancou o próprio curso dele, fazendo as coisas básicas que você faz em uma oficina de aeronave”, contou Fabrício.

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