“Achamos esse momento necessário, porque isso vai nos ajudar, num primeiro momento, a nos orientar, uma modelagem, uma composição de guiar os nossos visitantes, mas também de aprofundar esses conhecimentos para outras abordagens. Esse olhar, que vem de um olhar lógico, arqueológico, antropológico, desses objetos, principalmente dos artefatos arqueológicos, também fala das suas memórias, nossa ancestralidade”, destacou.

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