“Aquele medo, que na nossa época tínhamos nas aulas de matemática, para eles não acontece, eles vêm ansiosos, principalmente quando vai ter aula de robótica. Trata-se também de um projeto de inclusão, porque nós temos uma aluna atípica participando. Além do que é uma forma divertida de aprender matemática, que os motiva, e isso é muito bom porque eles crescem em conhecimento. Nós sabemos que o ensino e a aprendizagem evoluem a cada dia e o objetivo da escola é acompanhar essas mudanças, inserindo os nossos alunos neste novo contexto”, destacou Maria do Carmo.

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