A Justiça Federal destacou que a Equatorial não apresentou provas de que os problemas no fornecimento de energia elétrica teriam causas externas às suas obrigações como distribuidora. A companhia havia alegado, em sua defesa, que atua apenas como intermediária no setor e, portanto, não seria responsável pelas intercorrências. A Justiça, no entanto, considerou que a tese não foi sustentada com evidências.

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