“Para enfrentar esse problema, foi desenvolvido um bioplástico comestível à base de cupuaçu, uma fruta amazônica rica em pectina, substância que confere maior resistência ao material, tornando-o uma alternativa viável ao polímero convencional. Nosso objetivo é oferecer uma solução sustentável para reduzir o consumo de plástico, promovendo uma inovação tipicamente amazônica que fortaleça a bioeconomia da região. Ao utilizar um recurso abundante na Amazônia, valorizamos a biodiversidade local e incentivamos práticas mais sustentáveis para o desenvolvimento econômico”, destacou Wesla Sâmyly.

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