sexta-feira , 13 fevereiro 2026
Lar Pará Indígenas que ocupam Seduc em Belém reúnem com governo para discutir educação escolar em comunidades tradicionais
ParáÚltimas notícias

Indígenas que ocupam Seduc em Belém reúnem com governo para discutir educação escolar em comunidades tradicionais




Ocupação já dura 24 dias. Enquanto isso, ministra Cármen Lúcia pede informações ao governador Helder e ao presidente da Alepa, deputado Chicão, sobre a lei que revogou a artigos sobre educação escolar indígena. Indígenas acompanham reunião com o governo sobre a educação escolar nas comunidades tradicionais no Pará.
Ray Nonato
Lideranças indígenas e professores reúnem com o Governo do Pará, sob intermédio da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), para discutir sobre a movimentação indígena a respeito da educação escolar.
A reunião foi acompanhada por um grupo de manifestantes do lado de fora da Secretaria de Estado de Planejamento e Administração (Seplad) no início da tarde desta quarta-feira (5).
Enquanto isso, a manifestação no prédio da Secretaria de Educação (Seduc) já dura 24 dias, em Belém, e a Justiça Federal revogou decisão que determinava a desocupação.
LEIA MAIS:
Entenda lei que indígenas e celebridades como Anitta e Dira Paes pedem revogação no Pará
Os indígenas afirmam que a participação na reunião “será, exclusivamente, no sentido de construir os termos para efetivação de nossas pautas de reivindicações, sem qualquer retirada de direitos dos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e trabalhadores da educação que ocupam a Seduc”.
O movimento indígena pede a revogação da lei 10.820, que retirou artigos que tratavam da educação presencial para indígenas; e também a exoneração do atual titular da Seduc, Rossiele Soares.
Na Justiça, uma ação da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) foi analisada pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia.
A ministra deu prazo de cinco dias para explicações do governador Helder Barbalho (MDB) e o presidente da Alepa, deputado Chicão (MDB), sobre a lei com as novas regras do magistério que afeta a educação para comunidades tradicionais e do campo.
A legislação foi sancionada em dezembro de 2024, e tem sido alvo de protestos há quase um mês Na decisão, a ministra destacou que o pedido é com urgência e prioridade. Cármen Lúcia solicitou também posicionamento da Procuradoria-Geral da República e da Advocacia-Geral da União.
Em nota, o governo do Pará informou que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) vai apresentar manifestação dentro do prazo, reiterando que a interpretação solicitada pela APIB é a mesma defendida pelo governo: o sistema modular de ensino indígena (SOMEI), que segue garantido e será regulamentado, segundo o governo.
VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará
Leia as últimas notícias do estado no g1 Pará



Fonte

Deixe um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Artigos relacionados

EducaçãoÚltimas notícias

Prouni 2026: aluno deve comprovar informações na faculdade até hoje

Termina nesta sexta-feira (13) o prazo para estudantes pré-selecionados na primeira chamada do Programa Universidade...

EsportesÚltimas notícias

Brasileirão feminino: TV Brasil mostra confronto Palmeiras x América

A TV Brasil exibe, nesta sexta-feira (13), a partida entre Palmeiras e América (MG)...

EsportesÚltimas notícias

Arthur Elias convoca seleção feminina para primeiros amistosos do ano

O técnico Arthur Elias convocou a seleção brasileira feminina nesta quinta-feira (12)...

EducaçãoÚltimas notícias

MEC define calendário nacional de matrícula na residência médica

A matrícula de médicos selecionados em programas de Residência Médica (PRM) deverá ser...

O Diário Santareno