A decisão levou em consideração, além dos danos provocados pelas chuvas para famílias que tiveram suas casas alagadas e danos na infraestrutura da cidade, a constatação de impactos negativos na economia local, em especial, no setor do comércio. Também considerou o teor dos Relatórios de Vistoria nº 011/2025 e 011/2025, da Defesa Civil Municipal, relatando as ocorrências dos desastres climáticos.

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