“Além de inédito, esse momento significa que estamos fazendo política pública que vai impactar diretamente a vida de quem mora na várzea e não tem outra opção a não ser beber a água do rio. É exatamente nessa região que temos um grande número de doenças como a diarreia, giardíase, verminose e outras que acometem a nossa população. Por isso, priorizamos o terminal hidroviário para que eles sejam os maiores beneficiados, já que a maioria dos barcos vindos das comunidades encostam por aqui”, disse.

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