“A mostra destaca a ideia regionalizante [da Amazônia], porque se tem a ideia padrão do presépio natalino, a europeia. Nesta inclusão, a liberdade preserva-se as figuras tradicionais, e dá nova conotação de representatividade estética e muito observada pelos usuários do Centro Cultural local, de outros lugares do Brasil e do internacional”, explicou o servidor, especialista em História da Arte.

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