“De maneira unilateral e autoritária, sem ouvir as comunidades atendidas pelo SOME, o governo determinou às DRE’s, (…), a não oferta de matrícula no 1º ano, porta de entrada do ensino médio, no SOME, o que na prática significará a substituição dos professores por TV’s no ensino médio como um todo em três anos”, afirma o sindicato.

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